Compare quanto sobra trabalhando como autônomo, com imposto na pessoa física pelo carnê-leão, e como PJ no Simples Nacional, com pró-labore e Fator R. Informe também as despesas que você usa para trabalhar.
Para profissionais que trabalham como autônomos e querem saber se abrir um CNPJ no Simples Nacional deixa mais dinheiro no bolso.
O valor bruto que entra por mês e as despesas que você tem para trabalhar.
O ISS de autônomo da sua cidade e, para a PJ, a atividade no Simples e a contabilidade.
Quanto sobra em cada caminho, linha a linha, com PDF para baixar.
Autônomo ou PJ, com a diferença por mês e por ano.
Imposto de renda do autônomo com o livro-caixa e a tabela de 2026.
20% do autônomo ou 11% sobre o pró-labore do sócio.
Simples Nacional com o pró-labore que deixa a PJ mais barata.
Reduzem o IR do autônomo pelo livro-caixa e saem do caixa da PJ.
Para guardar ou levar ao contador.
O autônomo recolhe o imposto de renda todo mês pelo carnê-leão, com a tabela progressiva, que chega a 27,5%. As despesas necessárias ao trabalho, lançadas no livro-caixa, reduzem a base do imposto. Ele também paga INSS de 20% como contribuinte individual, até o teto, e o ISS fixo da prefeitura.
Na PJ do Simples Nacional, o imposto é o DAS, uma alíquota sobre o faturamento. Em atividades como saúde, engenharia e consultoria, o anexo depende do Fator R: com folha de 28% ou mais da receita, a empresa fica no Anexo III, a partir de 6%; abaixo, no Anexo V, a partir de 15,5%. O sócio paga INSS de 11% e IR sobre o pró-labore, e o restante sai como lucro isento até R$ 50 mil por mês (Lei 15.270/2025).
Em geral, a PJ passa a compensar a partir de rendas médias, quando o carnê-leão entra nas faixas mais altas. As despesas e o ISS da cidade mudam o ponto de virada, por isso vale simular o seu caso.
Profissional de saúde que recebe R$ 15.000 por mês e gasta R$ 2.000 para trabalhar. Como autônomo, paga perto de R$ 1.700 de INSS e cerca de R$ 2.200 de IR no carnê-leão. Como PJ no Simples, com pró-labore de 28% para ficar no Anexo III, paga perto de R$ 900 de DAS mais o INSS e o IR do pró-labore. A diferença costuma passar de R$ 1.500 por mês a favor da PJ. Simule com os seus números, porque o ISS da cidade e a contabilidade mudam o resultado.
Depende de quanto você recebe, das suas despesas e da sua atividade. Em geral, a PJ no Simples compensa a partir de rendas médias, porque o carnê-leão chega a 27,5% e o INSS do autônomo é de 20%.
Imposto de renda pela tabela progressiva no carnê-leão (até 27,5%), INSS de 20% até o teto e o ISS fixo da prefeitura. As despesas do livro-caixa reduzem o IR.
As necessárias para o trabalho, lançadas no livro-caixa: aluguel e condomínio do consultório, materiais, funcionário, conselho de classe, telefone e internet usados no trabalho, entre outras.
A divisão da folha (pró-labore incluído) pela receita dos últimos 12 meses. Com 28% ou mais, atividades como saúde e consultoria ficam no Anexo III do Simples, que é mais barato.
Sim. A empresa precisa de contabilidade para apurar o Simples, o pró-labore e a distribuição de lucros. Informe a mensalidade na calculadora para comparar.

Revisa as regras de carnê-leão, INSS do contribuinte individual, Simples Nacional e Fator R usadas nesta calculadora.
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